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Mercado imobiliário do Rio de Janeiro – Cidade Olímpica

Até o final deste mês a MDL Realty vai lançar o Studio 6677 – Design Apartment & Services, residencial com serviços, na Cidade Olímpica, em Jacarepaguá.

Até o final deste mês a incorporadora MDL Realty vai lançar o Studio 6677 — Design Apartment & Services, um residencial com serviços do tipo ‘quarto-sala’, na Cidade Olímpica, em Jacarepaguá. A grande demanda por diárias de aluguéis nessa localidade sugere um aumento no número de empreendimentos com metragem reduzida para o público que trabalha ou vai atuar em eventos nas imediações.

Os interessados em morar no prédio vão poder comprar uma das 90 unidades, e aqueles com tino para negócios devem fazer dessa uma boa chance para investir na região. Os apartamentos também servirão com o pool de locação, administrados pela empresa Protel. O residencial vai ficar na Estrada dos Bandeirantes, em frente ao Projac.

 

Origem: O Dia, 6/10/2013, Caderno de Imóveis

Pesquisa do Índice FipeZap aponta retração no Leblon

O metro quadrado mais caro do país sofreu leve retração de R$ 124 em setembro, segundo o índice FipeZap. Com isso, está hoje em R$ 22.084.

O metro quadrado mais caro do país sofreu leve retração de R$ 124 em setembro, segundo o índice FipeZap. Com isso, está hoje em R$ 22.084. Os preços de aluguel no Rio também tiveram a segunda queda consecutiva: -0,3%. Já o preço médio do metro quadrado para venda vem desacelerando. Em setembro, subiu 0,8%, contra 1,2% em agosto. O acumulado de 12 meses ficou em 14,9%.

Origem: O Globo, 6/10/2013, Caderno Morar Bem

Setor de hotelaria no Rio de Janeiro

Duque de Caxias receberá o primeiro hotel com bandeira internacional, a Rossi Multi Suítes, fruto de uma parceria entre a incorporadora Rossi e a Incortel.

O município de Duque de Caxias receberá a primeira rede hoteleira com bandeira internacional, a Rossi Multi Suítes. Fruto de uma parceria entre a incorporadora Rossi e a Incortel, desenvolvedora da ‘Best Western’ no Brasil, o projeto terá serviços como recepção 24 horas, segurança, sistema interno de telefonia, manobrista e garagista.

Origem: O Globo, 6/10/2013, Caderno Morar Bem

Rio perde R$ 27 bilhões com engarrafamentos

Estimativa é de estudo da Firjan, que considera apenas o custo das horas de trabalho perdidas nos congestionamentos, que chegam, em média, a 130 quilômetros por dia

Daniel Pereira

A sabedoria popular não se engana quando diz que “tempo é dinheiro”. Um estudo da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) comprova a tese e mostra que, no ano passado, o custo dos congestionamentos na cidade foi de R$ 27,2 bilhões, com média de 123 quilômetros por dia. Com este dinheiro seria possível construir três vezes a Linha 4 do MetrôRio e ainda sobrava troco (o projeto que liga Ipanema à Barra da da Tijuca custa R$ 8,5 bilhões).

Atualmente, cada minuto que o carioca perde no trânsito equivale a R$ 0,51. Os números levam em conta apenas o “tempo econômico” que é perdido. Ou seja, a remuneração média do trabalhador local por minuto que ele passa no engarrafamento.

“Todo mundo perde. Porque fica tudo mais caro. As indústrias sabem que uma carga pode atrasar e as transportadoras cobram mais caro para entregar. O resultado é que a mercadoria vai custar mais. Aí, ela vende menos e recolhe menos impostos. É um efeito cascata”, disse o especialista em competitividade industrial da Firjan, Riley Rodrigues de Oliveira.

Como tudo que é ruim pode ainda piorar, a previsão é de que, em 2013, considerado pelas autoridades o pior ano do trânsito no Rio, os engarrafamentos cheguem a 130 quilômetros por dia e consumam R$ 29 bilhões. Porém, depois da tempestade vem a bonança. Com os investimentos em mobilidade urbana previstos, esse total deve cair em 2016 para R$ 26,6 bilhões ao ano, com congestionamento diário médio de 120 quilômetros. O estudo só considera as obras que já têm aporte financeiro garantido ou já foram iniciadas como a construção da Linha 4 do MetrôRio, os quatro corredores do BRT e o VLT (veículo leve sobre trilhos).

“Somos totalmente a favor das obras. Mas só isso não vai resolver por muito tempo. Ano que vem a coisa vai melhorar um pouco, mas, mesmo com as obras terminadas, em 2017 já teremos uma situação muito semelhante a de hoje, com engarrafamentos diários de 129 km por dia”, estimou, lembrando que, “o pobre, que mora mais longe do trabalho, é o que paga maior parte desta conta.”

Perda pagaria principais projetos de transportes na cidade até 2016

Com os R$ 27,2 bilhões que viraram fumaça nos engarrafamentos no ano passado, seria possível pagar os principais projetos de mobilidade urbana previstos para o Rio de Janeiro até 2016. E ainda sobrariam R$ 9 bilhões. Afinal, juntos eles são da ordem de R$ 18 bilhões.

Os BRTs demandam investimentos da ordem de R$ 6 bilhões (Transbrasil – R$ 1,13 bi; Transolímpico – R$ 2,3 bi; Transoeste – R$ 770 milhões e Transcarioca – R$ 1,8 bi). Já os dois projetos para metrô (linhas 3 e 4) exigem aporte de R$ 11 bilhões. A linha 3 custa R$ 2,5 bi e terá 22 quilômetros de extensão, ligando as cidades de Niterói e São Gonçalo.

Já a linha 4 ligará a zona Sul do Rio à Barra da Tijuca e custará R$ 8,5 bi. E, finalmente, o VLT que circulará pelo centro e região portuária tem custo avaliado em R$ 1,1 bilhão. “Estas obras são fundamentais e urgentes, mas não serão capazes de resolver o problema”, disse o especialista da Firjan Riley Rodrigues.

Solução passa por reorganização urbana

Se as intervenções anunciadas não passam de paliativos, o que fazer para evitar os engarrafamentos? A Firjan destaca ser fundamental que os governos dêem incentivos fiscais para reorganizar a distribuição da cidade. A ideia é levar emprego para outras áreas e assim diminuir a concentração de pessoas circulando no Centro e na Zona Sul. Os números mostram que, atualmente, 60% do fluxo da Região Metropolitana do Rio tem origem/destino (ou ambos) na capital.

“Tem que mudar a forma de pensar. E ainda fazer muita obra. Por exemplo, hoje, a Via Light liga o nada a lugar nenhum. Ela precisa chegar até a avenida Brasil e depois ao Parque Madureira. Isso desafogaria em 40% o trânsito da via Dutra. Outra coisa urgente é construir nova ligação entre Rio e Niterói, de preferência um metrô sob a Baía de Guanabara”, disse o técnico da Firjan, Riley Oliveira, acrescentando que os trens da SuperVia precisam chegar até Itaguaí, área que está em crescimento acelerado.

Oliveira ressaltou também a necessidade de se investir mais em transporte aquaviário. “Não é uma questão de querer ou não. É uma obrigação dos governos. No mais é incentivar o uso de transporte de massa e não o de carros”, concluiu.

Frota de carros cresce 64% em 12 anos

A realidade não é nada boa. Nos últimos 12 anos, a frota de carros particulares no Rio de Janeiro cresceu 64%. Hoje, temos um veículo para cada 2,4 habitantes. E uma frota de 2,7 milhões de possantes. No mesmo período, a população aumentou apenas 10%, terminando o ano passado com 6,4 milhões de habitantes. Ou seja, “nasceram” mais carros do que pessoas.

Para ter uma ideia do que isso representa, se existisse um estacionamento capaz de abrigar todos os veículos motorizados do Rio, ele ocuparia 57 km² de área (considerando espaço de 50cm entre os veículos). Em termos comparativos, transformaríamos em garagem os bairros de Botafogo, Flamengo, Laranjeiras, Copacabana, Ipanema, Lagoa, Gávea, São Conrado, Leblon, Jardim Botânico, Cosme Velho, Catete, Leme, Rocinha, Urca, Humaitá, Vidigal, Catumbi, Santa Teresa, Centro, Saúde e Glória.

Outro dado alarmante é que o avanço da participação do transporte individual passou de 24%, em 1995, para para 27%, em 2011. Ou seja, as pessoas estão usando mais carros particulares.

A Firjan aponta que o perfil de quem usa carro é diferente daquele que prefere transporte público Um pode acordar mais tarde, já o outro tem que pular mais cedo da cama para não perder a hora do trabalho. E assim, o rush se estende das 6h até às 9h45 e das 16h às 19h45, ou seja, em um terço do dia, há engarrafamentos no Rio.

Origem: O Dia, 6/10/2013

Revitalização da Zona Portuária – Projetos sustentáveis e de alto padrão

EMPRESAS VÃO TER SEDES SUSTENTÁVEIS E DE ALTO PADRÃO

Projetos aprovados para o Porto Maravilha investem em conforto para suprir a demanda das grandes corporações

Empreendimentos construídos com a premissa de sustentabilidade e alto padrão vão ajudar a compor a nova Zona Portuária do Rio. Sofisticação e tecnologias de ponta devem se aliar a conceitos de integração urbana. O primeiro a ser lançado na região, o Complexo Porto Atlântico tem ocupação média de 28 mil metros quadrados divididos em dois terrenos, o Porto Atlântico Leste e o Oeste.

A construção é fruto de uma parceria entre a Odebrecht e a incorporadora Performance e reunirá em um único espaço edificações corporativas, comerciais, hoteleiras (com 450 quartos) e lojas. As salas comerciais e a torre corporativa do Porto Atlântico Leste têm pré-LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) que prevê a adoção de medi das para aumentar a eficiência no uso de recursos. O foco é a redução de impactos socioambientaiS.

“Queremos construir um espaço com elevado padrão de conforto e segurança, mas aberto ao entorno, que se comunique com a rua e com as pessoas”, afirmou Rodrigo Meio, diretor regional da Odebrecht.

O Porto 1 é o segundo da fila e deve ser lançado ainda es se mês, na Rua Almirante Mariath, próximo ao Instituto de Traumatologia e Ortopedia (Into). Voltado para atender às demandas de grandes e médias empresas, em especial às que estão ligadas à exploração do petróleo na área do pré-sal, também incorpora o conceito de sustentabilidade, como selo LEED pré-certificado pelo Green Building Council.

PORTO É SAÍDA PARA MERCADO SUPERSATURADO

Luiz Henrique Rimes, diretor nacional de negócios da João Fortes, acredita que investir na região portuária foi a sai da para o mercado especializado no atendimento do público corporativo continuar crescendo.

“Nos últimos três anos, os lançamentos comerciais, com salas para profissionais liberais e pequenas empresas, saturaram as regiões da Barra, Tijuca, Recreio e Centro”, analisou.

A construtora aposta que a cadeia produtiva de exploração do pré-sal vá se instalar no Porto, e para receber essas empresas e trabalhadores, a Porto 1 estará lá.

INFRAESTRUTURA SERÁ BOM MOTIVO PARA COMPRA DE UNIDADE

Os benefícios da modernização do Porto não vão contemplar apenas os empresários que trabalharão no local. “Também na visão de quem compra, a região com quase cinco milhões de metros quadrados será ótima para tudo, seja morar, trabalhar e investir. Está sendo feito praticamente um bairro novo e com localização privilegiada, inclusive com uma linda vista para a Baía da Guanabara”, aposta Mario Amorim, diretor-geral da Brasil Brokers no Rio.

Além disso, os empreendimentos vão contar com infraestrutura de alto padrão, que inclui cabeamento em fibra ótica, novas vias de deslocamento, implantação do VLT e uma rede pluvial toda refeita.

“O Porto Maravilha vem preencher o espaço que o Centro precisava para crescer. Há mais de 25 anos que o mercado não conseguia oferecer renovação de imóveis na região”, disse Amorim.

Luiz Henrique Rimes, diretor nacional de negócios da João Fortes — responsável pelo Porto 1 — estima que cerca de 30 projetos estejam nesse momento em aprovação na prefeitura.

Origem: O Dia, 6/10/2013, Caderno de Imóveis

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